colegas, todos sabemos da falta de literatura para o assunto CDU aqui no Brasil... gostaria muito de saber se existe foruns sobre esse assunto na rede. grande abraço para todos
também sobre sobre, cdu mas tá rolando uma discussão da ACR3 tem um excelente artigo da Cintya aqui na comu que saiu na REvistado CRB6 aqui em Minas coloca pontos relevantes e essências pra nortear e começar o tema do forum se tiver digital te mando valeu!!
um abraço
olá Herbele, os anexos e os links q vc me enviou ñ aparecem na minha página de recados. ñ sei por qual motivo. apesar de au ter um interesse especial pela Classificação, a Catalogação me interessa também. caso o forum que vc mencionou seja criado na rede, gostaria muito de participar.
Vc é formado pela UFMG?
Eu estou me graduando aqui na UFRGS.
futuramente me dedicarei por um tempo à pesquisar sobre alguns aspectos do ensino de Biblioteconomia em fora do RS.
a página de recados acho que ela não habilidata os links
na menssagem pessoal , apenas no post do forum estam disponíveis
ou outra coisa o navegador não esta permitindo visualizar os lnks
Sobre o tema Glauber,
tive contato com o material da Cintia na revista do CRB, solicitei a copia em pdf hoje e te passo na sequencia
o artigo é bem sintético e enumera os principais pontos e o que esta acontecendo hoje n área que vai mudar o moo de trabalho.
Se trata de uma iniciativa aberta e ainda em discução o que mostra ser um oportunidade de contribuirmos.
Podemos participar desse momento histórico da catalogação mundial informações nos sites :
é o site oficial do RDA
O que sinaliza no horizonte da catalogação, segundo a Cintia pode se verificado ai nesses endereços.
abaixo o resumo da tese que aborda tema relacionado e implicações.
RESUMO
Nas últimas décadas, com a automatização dos sistemas de informação e com o advento das
bibliotecas digitais, normas, padrões e técnicas da biblioteconomia têm sido amplamente
discutidos, analisados, reavaliados e reestruturados. Dentre esses se incluem os instrumentos
normativos destinados à representação descritiva, como o Formato de Catalogação Legível
por Computador, MARC, o Código de Catalogação Anglo-Americano, sigla em inglês AACR
e a Norma Internacional de Descrição Bibliográfica, ISBD, instrumentos esses que têm se
constituído em objetos de estudos teóricos, visando-se ao desenvolvimento e aperfeiçoamento
dos padrões de metadados para bibliotecas digitais. O objetivo dessa tese foi analisar o padrão
brasileiro de metadados para Teses e Dissertações, o MTD-BR, utilizado no projeto da
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações, patrocinado e dirigido pelo Instituto Brasileiro de
Informação Científica e Tecnológica, IBICT, utilizando a metodologia de modelagem de
dados, de acordo com as Exigências Funcionais para Descrição Bibliográfica, FRBR,
proposta por um grupo de estudos específico da Federação Internacional das Associações de
Bibliotecas, IFLA, baseada no modelo entidade-relacionamento, MER. Esta metodologia foi
aplicada inicialmente ao ISBD(G) e os resultados foram apresentados no relatório final do
FRBR. Deste trabalho, a mesma metodologia foi a base de dois estudos realizados por Tom
Delsey, da Biblioteca Nacional do Canadá, sendo aplicada ao MARC e ao AACR. Na
presente tese, a aplicação desta metodologia de modelagem de dados ao padrão do MTD-BR,
será a primeira iniciativa no Brasil de aplicação da metodologia do FRBR. Este estudo,
apresenta as potencialidades da modelagem de dados na construção de bibliotecas que
digitais. De acordo com os resultados desta pesquisa, foi possível também identificar alguns
pontos de reflexão no desenvolvimento de uma versão nova do padrão do MTD-BR, além das
propostas de ampliação dos elementos de metadados deste padrão. Conseqüentemente,
evidenciou-se ser essencial que novos estudos devem ser realizados, usando a aplicação desta
metodologia aos outros padrões de metadados, mesmo que analisados com outras ferramentas
de modelagem de dados, como o modelo orientado a objeto, amplamente aplicado à projetos
de sistemas de informação, considerando sua relação com as normas, princípios e
instrumentos da biblioteconomia. Esperar-se-á que não somente a representação descritiva
possa ser melhorada com este tipo dos estudos, mas também a área de representação temática.
Esse blog é um grupo de Estudos e Pesquisas em Catalogação.
Grupo de Estudos e Pesquisas em Catalogação (GEPCAT)
Colaboradores
* Paola De Marco Lopes dos Santos
* Zaira Regina Zafalon
* Cíntia A. Lourenço
* Forte
* Ana Maria
* Fernanda Moreno
BIBLIOTECA virtual nas áreas de biblioteconomia e ciência da Informação. Departamento de Ciência da Informação. Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. URL: http://www.ced.ufsc.br/bibliote/virtual/
ARANHA, Francisco. E-service em bibliotecas: geração de valor para pesquisadores por meio de cooperação indireta. Revista de Administração de Empresas, v. 40, n. 4, p.84-93, out./dez. 2000.
CUNHA, Murilo Bastos. Desafios na construção de uma biblioteca digital. Ciência da Informação, Brasília, v. 28, n.3, p. 255-266, set./dez. 1999.
MCILWAINE, I.C. Guia para utilização da CDU: um guia introdutório para o uso e aplicação da Classificação Decimal Universal. Trad. Gercina Angela Borém Lima. Brasília : IBICT, 1998.
UDC Consortium. Classificação Decimal Universal. Edição-padrão internacional em língua portuguesa. Brasília : IBICT, 1997. 1026p. Parte 1 Tabelas sistemáticas.
UDC Consortium. Classificação Decimal Universal. Edição-padrão internacional em língua portuguesa. Brasília : IBICT, 1999. 176p. Parte 2 Índice alfabético.
Uma das funções essênciais da CDU e das classificações, que se mostram muito úteis é agrupar as coleções dentro da biblioteca criando um homogeneidade e facilidade de acesso ao usuário e a gestão das coleções. Hoje com o advento dos catalogos digitais e de classificações que filtram o conteúdo como adaptar essa função tradicional a novas funcionalidades com filtros e um classificação que aborde a riqueza semantica das coleções?
Acho que estamos em um divisor de águas.
novas necessidades informacionais e novas formas de organização de acervo. podem surgir, a partir da modelagem de dados associada ao conhecimento que temos de classificação.
A medida que o digitalização de todos os acervos livros video e musicas avançar isso vai exirgir novas metodologias e abordagens inovadoras que permitam visualizar e acessar conteúdos em um grande volume de dados sem tudo isso sem perder o foco.
Criar filtros dentro desse contexto de grande volumes se torna muito relevante e necessário,
já que muita informação causa desinformação e ruidos .
A titulo de exemplo
Tem um projeto agora que permite ao Goolge indexar videos, ele lê o conteúdo do video automáticamente e classifica na base em seu índice.
Em um horizonte não muito distante é possivel ver uma união do catalogos e classificações de todos os materiais e conteúdos da memória humana.
Se nós bilbiotecarios 2.0 não fiermos alguem o fará.
Heberle